terça-feira, 20 de setembro de 2011

Homero Silveira Santiago

Homero Silveira Santiago

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Histórico Acadêmico


  • 2004 Doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Título do trabalho: O uso e a regra. Ensaio sobre a gramática espinosana
    Orientação: Profª Drª Marilena de Souza Chauí
  • 2001 Mestrado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Título do trabalho: A ordenação geométrica da Parte I dos Princípios da Filosofia Cartesiana
  • Orientação: Profª Drª Marilena de Souza Chauí
  • 1997 Graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo

Linha de Pesquisa


História da Filosofia Moderna (Século XVII)

Pesquisas em desenvolvimento


A questão do possível no Espinosismo e suas implicações em Antonio Negri
Resumo: Muito da renovação recente do pensamento político se tem baseado numa retomada de categorias espinosanas, as quais seriam dotadas de força suficiente para questionar o propalado “fim da história”. Um caso paradigmático desse movimento de idéias é o do filósofo italiano Antonio Negri, cujas obras são atravessadas e declaradamente inspiradas pelo legado espinosano.
Dado isso, perguntamos: como entender que um filósofo da determinação, e no qual a temática da história não é nada evidente, pode servir a pensadores que dão como tarefa principal do pensamento hodierno abrir novos horizontes de transformações possíveis?
Partindo daí, nosso objetivo é investigar a questão do possível e da ação transformadora no espinosismo e na obra negriana, indagando pela coerência teórica dos vínculos que se estabelecem entre tais filosofias.
Cartesianismo e Espinosismo: confrontações
Resumo: As relações entre cartesianismo e espinosismo constituem um dos tópicos mais ricos da filosofia do século XVII e, como sugere a ponderação leibniziana que afirma o primeiro sistema como pródromo do segundo, a tomada de posição acerca dessas relações é uma das chaves possíveis para uma avaliação mais ampla do desenvolvimento do pensamento seiscentista.
Continuando uma pesquisa iniciada em nosso período de mestrado, pretendemos aprofundar o estudo das confrontações entre o pensamento de Descartes e o de Espinosa (no que se afastam e no que se aproximam) a partir de duas linhas de trabalho:
1) a realização de uma tradução dos "Princípios da filosofia cartesiana", obra de Espinosa publicada em 1663 e que se propõe a expor segundo a ordem sintética os "Princípios da filosofia" de Descartes;
2) o estudo da teoria cartesiana da livre criação das verdades eternas por Deus, de suas razões e suas conseqüências, bem como de sua recepção no espinosismo, via pela qual nos parece possível assinalar uma inesperada convergência entre os dois sistemas em questão.
 Obras:
OS EXCESSOS DA IDENTIDADE: BENTO XVI  E A QUESTÃO DA TOLERÂNCIA


 http://www.scielo.br/pdf/ln/n74/08.pdf


DESCARTES,ESPINOSA E A NECESSIDADE DAS VERDADES ETERNAS
http://www.cle.unicamp.br/cadernos/pdf/Homero%20Santiago.pdf

O Deus de Espinosa
http://www.sedes.org.br/Departamentos/
Psicanalise/o_deus_de_espinosa_hsantiago.pdf

O MAIS FÁCIL E O MAIS DIFÍCIL:
A EXPERIÊNCIA E O INÍCIO DA FILOSOFIA
http://www.benedictusdespinoza.pro.br/
Revista_Conatus_V1N2_Artigo_Homero_Santiago.PDF

PREFÁCIO DOS PRINCÍPIOS DA FDILOSOFIA CARTESIANA
http://www.benedictusdespinoza.pro.br/
Revista_Conatus_V1N1_Traducao_Homero_Santiago.pdf

Fonte:
    e-mail: homero@usp.br
Filosofia - USP
 http://www.fflch.usp.br/df/site/professores/homero.php

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