quinta-feira, 14 de novembro de 2013

ARTE: PINTURA MONOCROMÁTICA


O Poder da Arte - 60min.
Gerhard Richter - Outubro 1977

“Guernica” de Picasso - Sinfonia Monocromática


Em março de 1937 a Espanha estava politicamente dividida pela Guerra Civil, iniciada um ano antes pelo General Franco, que tentava derrubar o governo republicano legitimamente eleito.

Os espanhóis desta facção, envolvidos com a esquerda, dominavam todo o lado ocidental do país, desde Girona, na Catalunha, até Almería, no sul, e parte do interior. Os nacionalistas, favoráveis ao golpista General Franco, detinham todo o restante oriental do país, exceto a província de Biscaia. Ela, localizada no norte e parte da terra dos bascos, estava isolada das forças republicanas que a apoiavam. Seus habitantes até hoje têm interesse em se separarem da Espanha e formarem o independente País Basco.

Usos, costumes, língua e cultura próprias não lhes faltam na pretensão. A província era republicana e, naquelas circunstâncias históricas, uma região cercada pelos franquistas, que procuravam dominar o que faltava do norte. Para isso eles fariam, com a maciça colaboração da aviação militar nazista, a então mais impensável carnificina humana no culto país de Cervantes.

A tragédia ocorreu no dia 26 de abril de 1937, numa segunda feira, por volta das 17 horas de um dia tranqüilo de primavera européia e com a praça do mercado de Guernica cheia de agricultores. Naquele ano, os aviões no ar não eram tão comuns como hoje. Apesar disso, os habitantes do interior europeu já não os viam com surpresa sobrevoando as cidades. Mas naquele dia, naquele horário, circunstâncias históricas e a visão de vários deles voando baixo demais faziam um conjunto a prenunciar ataque. A indefesa cidade de Guernica começa a ser bombardeada pela Legião Condor de Hitler. Ela fica em chamas. Há pânico e muita correria, atitude inútil para 40% da população, morta ou gravemente ferida. O que ocorreu lá e então é como se aqui e agora morressem seiscentos mil belorizontinos ou milhões de paulistanos ou cariocas, massacrados por três horas de ininterrupto bombardeio.

 O fato, por ter ocorrido antes dos horrores da Segunda Guerra Mundial, quando cenas dessa natureza passaram a ser banais e quase diárias, tornou-se emblemático. Com Franco a humanidade ratificou o que já aprendera na I Guerra Mundial: matar pode ser como algumas atividades capitalistas: por atacado Não houve um único ser pensante, exceto os franquistas, que não tivesse tido horror do episódio e não o condenasse. A repercussão foi tão ruim que os nacionalistas negaram o ataque e, durante meses, o atribuíram aos próprios bascos republicanos, alegando que estes procuravam inspirar indignações e aumentar a resistência do povo. A confirmação do ataque pelos nacionalistas ocorreu apenas em outubro de 1937.

Picasso morava em Paris desde 1900 e não se interessava pela política até julho de 1936, assegura o historiador e jornalista inglês Thomas Hugh, quando se engajou na causa republicana espanhola e na esquerda. No dia 1º de maio o artista espanhol recebeu a notícia de Guernica arrasada, ainda em chamas, e a sua população dizimada. Esta data é o Dia do Trabalho na maioria dos paises então vivendo em regime de esquerda ou com tendências a ela. Naquele dia, durante as comemorações parisienses, os manifestantes aproveitaram para protestar contra Franco, Hitler e a Luftwafe pelo crime cometido. Picasso sai do meio da multidão e se dirige para o seu atelier.

O ataque a Guernica mudou o pintor espanhol, e de sua indignação fez surgir uma das mais importantes obras-primas da pintura mundial, um emblema premonitório da violência que havia sido e ainda seria o século 20. A inspiração para iniciar o mural veio do ódio, do medo, da empatia e do entendimento da dimensão cainita que o homem tem para lidar com o seu semelhante. Picasso começa naquele dia a esboçar uma homenagem à cidade em chamas e a seus habitantes, heróis e vítimas da violência nazi-fascista. Desse esboço nasceria também um registro pictórico eterno contra qualquer tirania.

“Guernica”, tela de 7,6 x 3,5 m, de Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno Cipriano de la Santíssima Trindad Ruiz Picasso, faz 73 anos. Ela foi exposta pela primeira vez no pavilhão da Espanha Republicana na Feira Internacional de Paris naquele ano e ocupa o lugar mais importante entre as pinturas do século 20. É um clássico no sentido literal: uma peça que permite sucessivas leituras, atravessando e desafiando gerações de espectadores. Há milhares de textos publicados sobre o trabalho, com os seus autores tentando desvendar claros mistérios contidos nos seus intrigantes elementos. O painel é uma esfinge moderna que não nos devora como fazia aquela de Tebas, mas emite recados humanos, políticos, simbólicos e artísticos para gerações futuras como nenhuma obra do século 20 fez.

“Guernica” foi pintada com o reconhecimento da impotência do pintor e, por extensão, dos republicanos da cidade que, defronte de dois violentos ditadores nazi-fascistas, foram atacados e viram arrasada a sua desprotegida aldeia e massacrados os seus habitantes. Os dois tiranos cobravam dívidas do momento, acrescidas daquelas de séculos de “teimosos” bascos, insistentes nas suas cultura e língua. O mural expõe a mesma impotência vivida pelos habitantes da pequena cidade. Ele foi criado e existe como se fosse envolto num manto fantasmagórico dos seus angustiados moradores e dos seus mortos, perceptível pelo espectador possuidor do mesmo e comovente humanismo que motivou Picasso. Quem reconhece a pintura também como uma escrita, o painel é de leitura difícil como são aquelas subjacentes narrativas literárias. Ou se ama ou se odeia, mas ninguém o ignora. Para quem o ama, ele é explicado pelos fantasmas dos mortos da cidade que, guias internos no coração do espectador, ratificam e esclarecem as suas metáforas. Aos que o odeiam, os mesmos fantasmas cobrem-no com suas capas sombrias a impedir a visão do que ele tem de belo e aumentam a insensibilidade desses espectadores para que se mantenham longe dele.

 O painel é dirigido ao gênero humano e transmite esperança. É também fruto da mistura de amor às vítimas e de ódio ao inimigo, de indignação, horror, medo, empatia e da compreensão interna percebida pelo artista espanhol da dificuldade que o homem tem para lidar com o seu semelhante e, por isso, paradoxalmente cheio de humanismo. Ele é o registro ainda mais emblemático que o próprio ataque nazi-fascista à pequena aldeia, a impedir que a carnificina seja esquecida. É o momento em que o artista espanhol se envolve na sublimação freudiana e, na genial solidão, cria novo mensageiro de sua imortalidade.

Guernica é, antes de tudo, uma manifestação profética do que o homem do século 20, com sua ciência e a sua tecnologia, produziria nos anos seguintes: os mais devastadores artefatos de guerra e as piores idéias totalitárias, de direita e de esquerda. Guernica foi uma amostra, uma miniatura, a “entrada” do banquete totêmico do que seria servido depois, em Pearl Harbour, Londres, Stalingrado, nos campos de concentração nazistas, Dresden, Hiroshima, Nagasaki e finalmente em Berlim, todos matando por atacado.

O painel é “iluminado” por uma lâmpada num dos pontos de fuga do quadro: ela representa o conhecimento, a ciência e tudo que se faz em nome dela e com a sua dupla capacidade criadora e mortífera. É ela, a ciência, a única a fornecer a luz e a compreender a sua própria importância e ter esperanças de ser mais bem aproveitada pelos homens. Esperança e luz reservadas para a humanidade, não para gáudio de qualquer tirano de plantão. Por essa razão, o atemporal mural não tem qualquer símbolo político explícito: suástica, sigma, saudação nazista ou qualquer outro que lembrasse um partido político ou uma ideologia. Apesar dessas ausências o mural foi, é e será eternamente político e a sua leitura subjacente é o primitivismo que surge no homem quando se raspa a fina camada de verniz cultural, seja ele habitante do país de Goethe, de Shakespeare, de Tolstoi, de Proust ou de Hermingway.

“Guernica” traz também uma paradoxal dupla mensagem: é a representação do mais sórdido pesadelo humano e é um ícone ao humanismo. As suas frestas cheias de expectativas, como aquelas nas quais o artista faz nascer uma flor entre a mão e a espada, simbólico da nobreza e retidão e uma outra no candeeiro pronto para iluminar a lâmpada, são demonstrações de esperanças e crença que o homem pode ser melhor. Em outro detalhe, pinta a letra Alfa na orelha do touro e a Omega nas suas ventas, a informar que o começo, a circulação e o fim de tudo estão dentro de nós. No painel há a mistura de todo o alfabeto, a formar um texto de uma tragédia grega vivida pela Espanha, descrevendo atos indizíveis por palavras.

Como toda obra-prima, não há no mural qualquer elemento que chame a atenção de forma especial, mas há nele quatro figuras emblemáticas, além da lâmpada. A primeira é um imóvel e impassível touro, símbolo da baixeza, da brutalidade, do fascismo, do General Franco e seus golpistas. Ele é também o Id freudiano, postulado do psicanalista vienense, no qual impera a natureza primitiva e avassaladora do gênero humano, e que, na pintura, contempla, impassível, seus filhos espanhóis sendo massacrados ao longo de sua história grandiosa, dolorosa e trágica.

É impossível não se indignar defronte de tanta inclemência afetiva no touro. A segunda figura, o cavalo agonizante, é a representação do povo espanhol, dos maridos ou irmãos mortos, todos perplexos e impotentes ante a violência dos ataques à cidade pacata, indefesa e sem importância militar. E o envolvimento pátrio-familiar continua na terceira figura: a mãe pintada abaixo daquele impassível touro, chorando com o filho morto no colo, a implorar por misericórdia.

 É a Pietá pós-moderna, avant la lettre, quando o cubismo já era história. E a quarta é o homem que, desesperado, levanta os braços aos céus, tentando segurar as bombas contra Guernica; o mesmo homem que hoje tenta segurar aquelas em Jerusalém e Bagdá ou as balas perdidas do Rio. Picasso foi o guerrilheiro urbano que, sem dar um único tiro na guerra civil, será sempre o incansável guerreiro imortal que, falecido há anos, continua combatendo qualquer tirania.

Picasso queria o seu Guernica a cores. Foi Henri Matisse quem o convenceu a pintá-lo como uma sinfonia monocromática. Matisse tinha razão: assim como não é possível colher flores em campos de batalha, não cabem cores em mural com dimensão trágica como Guernica.


Picasso Black and White


NY vê Picasso em preto e branco

                                                
A partir do mês de outubro, os amantes de arte que passarem por Nova York poderão mergulhar no universo monocromático do espanhol Pablo Picasso. No Guggenheim, até 23 de janeiro, a exposição Picasso Black and White apresentará 118 obras – entre pinturas, esculturas e trabalhos em papel – de acervos privados e públicos. Dessa lista, seis nunca foram expostas ou publicadas anteriormente, e 38 terão sua primeira apresentação nos Estados Unidos.


NY vê Picasso em preto e branco


Exposição reúne obras P&B do artista

04/10/2012 | POR REDAÇÃO

  (Foto: © 2012 Estate of Pablo Picasso/Artists Rights Society (ARS), New York / Photo: Gassull Fotografia)

A partir do dia 5 de outubro, os amantes de arte que passarem por Nova York poderão mergulhar no universo monocromático do espanhol Pablo Picasso. No Guggenheim, até 23 de janeiro, a exposição Picasso Black and White apresentará 118 obras – entre pinturas, esculturas e trabalhos em papel – de acervos privados e públicos. Dessa lista, seis nunca foram expostas ou publicadas anteriormente, e 38 terão sua primeira apresentação nos Estados Unidos.

A mostra, que reúne trabalhos datados de 1904 a 1971, enfoca o modo como o artista explorou, inventou e desenhou com o preto, o branco e o cinza durante sua carreira – mesmo nas obras mais expressivas, que abordavam atrocidades da guerra ou interpretações históricas vivas.
Um dos mais influentes artistas do século 20 e cofundador do movimento cubista, Picasso acreditava que a cor enfraquecia as linhas e estruturas de suas obras, por isso a tirou de cena – para realçar a estrutura e a autonomia inerentes à sua arte.

Denominada Picasso Black and White, a exposição está organizada em ordem cronológica e contará com um catálogo ilustrado completo para quem gosta de mais detalhes. Depois de Nova York, a exposição viajará para Houston, onde ficará em cartaz até maio de 2013.

Picasso Black and White
Local: Solomon R. Guggenheim Museum
Endereço: 1071, 5th Avenue, Nova York
Data: de 5 de outubro de 2012 a 23 de janeiro de 2013
Horário: de domingo a sexta, das 10h às 17h45; e, aos sábados, das 10h às 19h45. Fecha às quintas
Entrada: US$ 22

  (Foto: © 2012 Estate of Pablo Picasso/Artists Rights Society (ARS), New York / Foto: © Archivo fotográfico Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid)

  (Foto: Herbert List / Magnum Photos)

  (Foto: © 2012 Estate of Pablo Picasso/Artists Rights Society (ARS), New York / David Heald)

  (Foto: © 2012 Estate of Pablo Picasso/Artists Rights Society (ARS), New York / Foto: Kristopher McKay /  © The Solomon R. Guggenheim Foundation, New York)

  (Foto: © 2012 Estate of Pablo Picasso/Artists Rights Society (ARS), New York / Foto: The Museum of Modern Art/Licensed by SCALA/Art Resource, NY)

  (Foto: © 2012 Estate of Pablo Picasso/Artists Rights Society (ARS), New York / Foto: Kristopher McKay © The Solomon R. Guggenheim Foundation, New York)

  (Foto: © 2012 Estate of Pablo Picasso/Artists Rights Society (ARS), New York Photo: © Archivo fotográfico Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid)

  (Foto: © 2012 Estate of Pablo Picasso/Artists Rights Society (ARS), New York / Foto: Béatrice Hatala)

  (Foto: © 2012 Estate of Pablo Picasso/Artists Rights Society (ARS), New York / Foto: Tom Jenkins)

  (Foto: ©2012 Estate of Pablo Picasso/Artists Rights Society (ARS), New York / Foto: CNAC/MNAM/Dist. Réunion des Musées Nationaux/Art Resource, NY)
  (Foto: © 2012 Estate of Pablo Picasso/Artists Rights Society (ARS), New York / Foto: Robert Bayer, Basel)


Oeuvre >> Oxana Zaika >> CHAT NOIR ET BLANC/vendu

"CHAT NOIR ET BLANC/vendu"
Oxana Zaika
encre de chine.papier - 30 Cm x 40 Cm

Portinari, As Séries Bíblica e Retirantes no MASP - Expressão ...


Técnica de pintura monocromática em tons de cinza

Pintura monocromática não precisa de ser mais difícil do que fazer um desenho de grafite. As regras do desenho em duas dimensões são as mesmas. De fato, alguns artistas consideram pintura monocromática para ser mais fácil porque a cor é mais uma variável a considerar ao fazer um desenho em duas dimensões totalmente realizado e equilibrado. Alguns artistas realmente mudar para pintura monocromática quando experimentando um novo estilo ou técnica porque simplifica a experiência de pintura.

Preparação

Selecione um assunto. Você pode considerar usando uma fotografia preto e branca, embora a maioria das pessoas não terá muita dificuldade para converter uma imagem colorida em uma imagem preto e branco com tinta. Considere o tipo de assunto que você está escolhendo e que seu processamento desse assunto será. Uma pintura com muitos contrastes stark e uma vasta gama de luzes e darks será muito diferente de uma pintura que é limitada em seus tons.

Use o drama de uma imagem gritante de preta, branca e cinza para sua vantagem – encontrar uma maneira de justificar a pintura em tons monocromáticos. Não apenas pintar uma pintura que é preto e branco, pintar de preto e branco por uma razão. Por exemplo, pretos e cinzentos podem significar desespero e emocional mau humor. Uma pintura de uma mulher usando principalmente médio e cinza escuro contra o fundo preto pode significar depressão, angústia ou perda.
Escolha uma tinta para usar. Você pode querer experimentar diferentes tons de preto, como alguns serão mais quentes e alguns serão mais frio quando misturada com branco.

Pintura

Considere sua composição antes de iniciar a sua pintura. Você poderá desenhar sobre a tela onde serão colocados os itens na pintura. Como começar a pintar, construa a pintura rapidamente e finas em primeiro, e depois mais devagar e deliberadamente.
Como a pintura começa a tomar forma, ativar a tela de cabeça para baixo e considere o posicionamento das formas na imagem. Procure erros. Considere onde estão as partes mais escuras e as peças mais leves. Você poderá desfocar sua visão ao fazer isto. Pergunte-se se a pintura tem uma composição dinâmica e se é equilibrado. Pergunte-se sempre que você precisa adicionar mais luz ou sombra para prosseguir. Ao fazer uma pintura monocromática, deve aproveitar a oportunidade para criar drama visual com áreas de luz e escuro.

Etapas finais

Você poderá enquadrar sua pintura. Muitas vezes os quadros mais apropriados para este tipo de pintura são pretos, branco ou cinza. No entanto, se você sabe onde a pintura será pendurado, segurá-la a sala e pergunte-se se há qualquer cores na sala que olhar bom no quadro e ajudar a integrar a pintura em seus arredores.
 


Como limpar tela pinturas

Ao longo do tempo, uma bela coleção de arte pode perder alguns dos seu impacto visual devido à poeira, teias de aranha, sujeira, manchas de água e outro desgaste. Felizmente, existem algumas estratégias para a limpeza de pinturas sobre tela que não a irá danificar a pintura e vai manter uma coleção de arte procurando o seu melhor.
Dificuldade: moderada

Instruções

Coisas que você precisa

  • Pano de pó
  • Líquido de limpeza da emulsão
  • Removedor de verniz
  • Compressas de algodão
  • Verniz
  1. Remova a pintura da parede. Você também pode remover a pintura do seu quadro, mas não é necessário. Toque a pintura para remover a sujeira solta e poeira. Em seguida, tomar uma escova de cerdas macia ou um pano leve não derramando e poeira suavemente a superfície da pintura. Isso pode ser suficiente manutenção dar uma pintura seu brilho original.
  2. Considere o valor da pintura. Se a peça é uma relíquia de tesouro ou de elevado valor, não tente limpar a pintura para além de uma varredura de luz. Em vez disso, contrate um profissional mais limpo para restaurar a pintura. Um proprietário de uma galeria respeitável ou loja de antiguidades de qualidade terão recomendações para restauradores de arte profissional.
  3. Verifique o meio da pintura sobre tela. Aquarelas e acrílicos responder inconsistente para produtos de limpeza líquidos. Para uma pintura acrílica, tente soprando a superfície com uma lata de ar comprimido para remover a sujeira incorporada. Para pinturas em aquarela, use fatias de pão branco macio, com crostas removidas, pressione contra a superfície da pintura e absorver a sujeira.
  4. Tente o método líquido para pinturas a óleo. Fornecimento de Art lojas vendem emulsão removedor de verniz (para verniz amarelado) para a limpeza de pinturas a óleo e limpador (por sujeira e fumaça). Usando um cotonete, teste um canto da pintura com o líquido de limpeza de sua escolha. Role suavemente as zaragatoas de algodão em toda a superfície da pintura de óleo, garantindo que você está removendo apenas sujeira ou desaparece e não pintar.
  5. Adicione retoques finais. Verniz a pintura a óleo, se necessário. Polonês quadros de madeira e limpar o vidro. Limpar a área onde a pintura vai travar, certificando-se de vácuo ou MOP $ no final para reduzir a chance de partículas de poeira subindo no ar e que adere à superfície da pintura.

Dicas & advertências

Use luvas de borracha durante a limpeza.
A não limpa as pinturas com tinta solta.

Sumie (墨絵) Pintura japonesa monocromática


Choju Giga de Toba-sojo 
Sumie (墨絵), também chamado “suiboku-ga”, refere-se à pintura japonesa de tinta monocromática, uma técnica que começou na China durante a Dinastia Sung (960-1274) e foi assimilada pelos japoneses no século XIV com a ajuda de monges Zen-Budistas. O sumie tem suas raízes na caligrafia chinesa; as pinceladas aprendidas na caligrafia são as mesmas utilizadas na pintura.

O mais importante é que o sumie representa não somente uma bela e singular forma de arte, mas também uma filosofia. Enquanto a maioria da pintura ocidental clássica teve como meta a descrição realista do mundo e seus objetos, o sumie sempre foi expressão de percepção do artista. Pintores tentando capturar a essência de um objeto, pessoa, ou paisagem: mais importância para a sugestão que para o realismo. A pintura ocidental usa a cor para criar sombras, tons e um sentido de espaço. O sumie tradicional, por outro lado, usa unicamente tinta preta. Na pintura oriental, a tinta preta é a mais alta simplificação de cor.


"Great perfection must appear insufficient
in order to become infinite in its impact.

Great abundance must appear empty
in order to become inexhaustible."

Tao-Te-King


O Sumie, conforme sua origem, possui como principal característica a rapidez em que é realizado, a inspiração artística é transmitida no prazo mais curto possível, onde não existe tempo para reflexão ou pensamento daquilo que está sendo realizado, o artista deve seguir sua inspiração espontânea. Não existe a possibilidade de nenhuma correção ou repetição, um traço deve ser encarado como único, se existir algum erro ele está “morto” e portando toda obra perdida.

Esse foi o espírito que levou muitos Samurais a praticarem o Zen e o Sumie. Um golpe de espada deve ser realizado espontaneamente sem chance para correções ou reflexões, caso contrário já se estaria morto devido à velocidade que ocorriam os confrontos.

Veja alguns exemplos dessa arte magnífica e simplesmente linda:






Fonte: Sociedade Brasileira de Bugei




Pintura Chinesa - 2 min


Mozart - Amadeus - Sinfonia No.25 - 8min


  Fonte:
http://www.portaldasartes.art.br/colunistas/3-carlos-perktold/3
-guernica-de-picasso-sinfonia-monocromatica.html
 http://www.mexpovino.com/articles/artes-e-entretenimento/
t%C3%A9cnicas-de-pintura-e-truques-da-arte
 Sociedade Brasileira de Bugei
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