sábado, 30 de junho de 2012

A VIDA : VIGILÂNCIA DOS SENTIDOS



Publicado em 26/04/2012 por
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Tudo o que nos cerca, tudo que vemos, merece o nosso respeito, até mesmo o que não nos é empático, porquanto todos nós contribuímos de alguma forma, nessa ou em outras vidas, para a existência desse estado de coisas. Somos geradores permanentes de formas benéficas ou maléficas, e estas formas, aliando-se a outras, logram, se fortificadas, materializarem-se. Podemos e devemos esforçar-nos para sermos contribuintes positivos no grande pensamento universal, pois, para isso ele dispõe de um veículo perfeito, em condições de receber da Mãe-Terra, as energias grosseiras e transformá-las cada vez mais em formas sutis, suaves, concorrendo, assim, para a evolução de si mesmo, da humanidade, do planeta, e do universo. Temos que ter esta conscientização, essa compreensão e aceitar melhor o caminhar humano. Não ficarmos indiferentes, "mas interagir diferente". Entretanto, conhecedores destas leis da natureza, se não formos um aliado para a conquista do equilíbrio do mundo, estaremos, como os demais seres humanos, estreitamente ligados a estas formas-pensamento, pelos laços do Carma, e a ação delas, sobre o seu criador, é direta e incessante, até que, quem as criou, as transmute em formas gráceis, delicadas. A vigilância dos sentidos deve ser permanente, pois toda ação é seguida de uma reação. E, quanto maior for nossa capacidade de entendimento para com esta lei, maior será a nossa responsabilidade, e o preço a pagar, ao transgredi-la, será inexorável. Se quebramos a harmonia do universo, a concórdia desta lei, até onde esta desarmonia possa ter alcançado, teremos de restituí-la, mesmo que para isso sejam necessárias várias encarnações. 

Nosso
 entrevistado é
 Jorge Antonio Oro.
Fonte:
PROGRAMA VIDA INTELIGENTE
com Eustáquio Patounas
Quinta-Feira, 8 às 9 da noite - Ao Vivo
TV Floripa Canal 4 da NET
www.vidainteligente.tv.br
Publicado em 26/04/2012 por
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A ARTE DAS FIBRAS ÓPTICAS :O funcionamento das fibras ópticas- vídeo 19:09

Publicado em 29/06/2012 por
 
Fibra ótica tem aplicação na aviação, na medicina e na indústria petrolífera
Além da comunicação, filamentos funcionam como sensores de medição

Compostas basicamente de vidro, as fibras óticas possuem várias aplicações

Da telefonia a procedimentos médicos sofisticados, incluindo a transmissão de imagens e sons, as aplicações da fibra ótica nos dias atuais podem ser das mais variadas. Pela sua característica física, já que são formadas essencialmente por vidro, as fibras óticas não sofrem interferências eletromagnética e, além disso, resistem muito bem a condições de altas temperaturas e pressão, fazendo aumentar ainda mais seu campo de utilização. Nesse contexto, as fibras são empregadas em larga escala na indústria, mais especificamente em sistemas de telemetria (monitoramento de dados a distância).

Mesmo sendo bem pequena, a fibra ótica tem a capacidade de multiplexação, ou seja, no caso de sensoriamento, é possível ter em um mesmo filamento vários sensores. Isso acontece graças à capacidade da luz (onda eletromagnética que trafega pela fibra) de ter diversos comprimentos de onda. Sendo assim, obtém-se diferentes dados dependendo da freqüência que está sendo utilizada. "Além disso, por ser de vidro, a fibra não oferece riscos de faísca, o que evita explosões; e possui ótima resistência e confiabilidade para fazer o trabalho de sensoriamento remoto", explica Isabel Cristina Carvalho, professora e pesquisadora do Departamento de Física do Centro de Tecnologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

Conforme ela exemplifica, a fibra vem sendo utilizada em poços de petróleo e na aviação para a análise estrutural de aeronaves. "A fibra pode ser empregada para sensoriamento remoto com até 50 km de distância. Nos poços de petróleo, ela já vem sendo utilizada para medir pressão, temperatura e vibração do solo. Já no ramo da engenharia aeronáutica, as fibras servem para monitorar a integridade estrutural de aviões, permitindo verificar se existem possíveis fissuras ao longo da sua estrutura. As fibras também são utilizadas na engenharia civil com a finalidade de monitorar construções", conta a pesquisadora.

No ramo da medicina, a fibra é amplamente utilizada em endoscopias e intervenções cirúrgicas por laparoscopia. No primeiro caso, a fibra serve como uma espécie de lanterna e câmera ao mesmo tempo, permitindo ao médico realizar o exame com precisão. Pelo fato da ponta da fibra ser bem plana e lisa, ela acaba atuando como uma espécie de lente, captando a luz refletida nos órgãos, retornando a imagem para um monitor de televisão. "A fibra ótica é adotada em operações que utilizam o laser, como na quebra de pedras nos rins, por exemplo. Outra aplicação se dá através de biosensores, para detecção de antígenos e anticorpos", lembra Isabel.


 

Fonte:
www.fisica.net
Publicado em 29/06/2012 por
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quarta-feira, 27 de junho de 2012

A MÚSICA E SUA HISTÓRIA



Brasileiros



Mundo das Artes
A Música e sua história

A sua história
A História da música é o estudo das origens e evolução da música ao longo do tempo. Como disciplina histórica insere-se na história da arte e no estudo da evolução cultural dos povos. Como disciplina musical, normalmente é uma divisão da musicologia e da teoria musical. Seu estudo, como qualquer área da história é trabalho dos historiadores, porém também é frequentemente realizado pelos musicólogos.

Este termo está popularmente associado à história da música erudita ocidental e frequentemente afirma-se que a história da música se origina na música da Grécia antiga e se desenvolve através de movimentos artísticos associados às grandes eras artísticas de tradição europeia (como a era medieval, renascimento, barroco, classicismo, etc.).
Este conceito, no entanto é equivocado, pois essa é apenas a história da música no ocidente. A disciplina, no entanto, estuda o desenvolvimento da música em todas as épocas e civilizações, pois a música é um fenômeno que perpassa toda a humanidade, em todo o globo, desde a pré-história.
Em 1957 Marius Schneider escreveu: “Até poucas décadas atrás o termo ‘história da música’ significava meramente a história da música erudita europeia. Foi apenas gradualmente que o escopo da música foi estendido para incluir a fundação indispensável da música não europeia e finalmente da música pré-histórica".

Há, portanto, tantas histórias da música quanto há culturas no mundo e todas as suas vertentes têm desdobramentos e subdivisões. Podemos assim falar da história da música do ocidente, mas também podemos desdobrá-la na história da música erudita do ocidente, história da música popular do ocidente, história da música do Brasil, história do samba, e assim sucessivamente.
A Música na Pré história
Somente através do estudo de sítios arqueológicos podemos ter uma ideia do desenvolvimento da música nos primeiros grupos humanos. A arte rupestre encontrada em cavernas dá uma vaga ideia desse desenvolvimento ao apresentar figuras que parecem cantar, dançar ou tocar instrumentos.

Fragmentos do que parecem ser instrumentos musicais oferecem novas pistas para completar esse cenário. No entanto, toda a cronologia do desenvolvimento musical não pode ser definida com precisão. 
é impossível, por exemplo, precisar se a música vocal surgiu antes ou depois das batidas com bastões ou percussões corporais. Mas podemos especular, a partir dos desenvolvimentos cognitivos ou da habilidade de manipular materiais, sobre algumas das possíveis evoluções na música.
Na sua "História Universal da música", Roland de Candé nos propõe a seguinte sequência aproximada de eventos:

1. Antropóides do terciário - Batidas com bastões, percussão corporal e objetos entrechocados.

2. Hominídeos do paleolítico inferior - Gritos e imitação de sons da natureza.

3. Paleolítico Médio - Desenvolvimento do controle da altura, intensidade e timbre da voz à medida que as demais funções cognitivas se desenvolviam, culminando com o surgimento do Homo sapiens por volta de 70.000 a 50.000 anos atrás.

4. Cerca de 40.000 anos atrás - Criação dos primeiros instrumentos musicais para imitar os sons da natureza. Desenvolvimento da linguagem falada e do canto.

5. Entre 40.000 anos a aproximadamente 9.000 a.C - Criação de instrumentos mais controláveis, feitos de pedra, madeira e ossos: xilofones, litofones, tambores de tronco e flautas. Um dos primeiros testemunhos da arte musical foi encontrado na gruta de Trois Frères, em Ariège, França. Ela mostra um tocador de flauta ou arco musical. A pintura foi datada como tendo sido produzida em cerca de 10.000 a.C.

6. Neolítico (a partir de cerca de 9.000 a.C) - Criação de membranofones e cordofones, após o desenvolvimento de ferramentas. Primeiros instrumentos afináveis.

7. Cerca de 5.000 a.C - Desenvolvimento da metalurgia. Criação de instrumentos de cobre e bronze permitem a execução mais sofisticada. O estabelecimento de aldeias e o desenvolvimento de técnicas agrícolas mais produtivas e de uma economia baseada na divisão do trabalho permitem que uma parcela da população possa se desligar da atividade de produzir alimentos. Isso leva ao surgimento das primeiras civilizações musicais com sistemas próprios (escalas e harmonia)


A Idade Antiga

As primeiras civilizações musicais se estabeleceram principalmente nas regiões férteis ao longo das margens de rios na ásia central, como as aldeias no vale do Jordão, na Mesopotâmia, índia (vale do Indo atualmente no paquistão), Egito (Nilo) e China (Huang-ho).
A iconografia dessas regiões é rica em representações de instrumentos musicais e de práticas relacionadas à música. Os primeiros textos destes grupos apresentam a música como atividade ligada à magia, à saúde, à metafísica e até à política destas civilizações, tendo papel frequente em rituais religiosos, festas e guerras.

As cosmogonias de várias destas civilizações possuem eventos musicais relacionados à criação do mundo e suas mitologias frequentemente apresentam divindades ligadas à música.
Medieval e Renascimento

Período extenso e marcado pela diversidade. No século VII, surge a monodia (uma única linha melódica) do canto gregoriano - monodia que, sob uma forma profana, também será usada pelos trovadores. No século XII, com a Escola de Notre Dame (Paris) aparecem formas polifônicas (entrelaçamento de mais de uma melodia) nas quais Pérotin foi mestre.
O aperfeiçoamento dos instrumentos, as exigências litúrgicas e o surgimento de um "mercado" formado pela nobreza feudal e pela burguesia mercantil das cidades determinaram a expansão da polifonia, com importantes contribuições de Machaut, Du Fay e Palestrina.
Barroco

Nenhuma escola musical possui analogias tão nítidas com as artes plásticas como o barroco: há o culto do ornamento, do arabesco - notas que "enfeitam" a melodia. De Monteverdi a Johann Sebastian Bach, a música descobre a profusão dos sons simultâneos como meio de alcançar o belo.
Como pano de fundo dos instrumentos que se revezam na narração melódica, surge o baixo contínuo (em geral o cravo). A linguagem tonal se firma como sustentáculo da polifonia. Emergem novos gêneros musicais: oratório, cantata, concertos, sonata para teclado
Rococó

Na transição entre o barroco e o classicismo, entre 1740 e 1770, a música rococó ou galante é representada sobretudo pelas obras de Carl Philip Emanuel Bach.
Favorecida pelo ambiente da corte de Luís XV, seu ideal é a expressão artística da graça, frivolidade e elegância. O resultado, cuja artificialidade foi criticada posteriormente, captava as atitudes hedonistas e discretamente sentimentais da época.
Clássico

O classicismo surge em meados do século XVIII. Haydn passa a usar formas mais econômicas de expressão. Carl Philip Emanuel Bach (filho de Johann Sebastian) depura a sinfonia do maneirismo. Gluck impõe o primado da música orquestral sobre as improvisações vocais da ópera napolitana.
Essas inovações serviram de base ao mais genial compositor do período, Mozart. Coube a ele levar a nova linguagem ao extremo. A exemplo de Bach com o barroco, Mozart foi ao mesmo tempo, para o classicismo, o mais representativo e o grande coveiro: para não repeti-lo, era preciso inventar outra coisa. Beethoven foi um dos que entenderam o recado.

Romantis

As regras clássicas de composição eram rígidas, e o compositor deveria obedecer a elas. Os compositores românticos abandonaram essas fórmulas, pois queriam transportar para a música suas paixões e aflições, mas também seu nacionalismo e suas aspirações políticas.

O romantismo criou uma profusão de novas formas de expressão: o moderno sinfonismo que começa com Beethoven, o lied (canção) que se consolida com Schubert. A música torna-se uma mercadoria. No lugar dos pequenos conjuntos a serviço de igrejas ou aristocratas, surgem as orquestras e as companhias de ópera financiadas com a venda de ingressos ao público.
O compositor polonês Chopin inspirou-se em danças populares, despertando, com sua música, o amor patriótico e o sentimentalismo. Uma das preocupações do músico alemão Beethoven foi tentar aproximar sua música do gosto popular, já que o seu público se ampliava.

Outros nomes importantes da música romântica são Liszt e Wagner. Este último destacou-se sobretudo pelas óperas que compôs. Algumas de suas obras expressam um estranho fascínio pela morte, é dele a frase: “... mesmo quando a vida nos sorri, estamos a ponto de morrer".

Nacionalismo, sentimentalismo e pessimismo são, pois, características do Romantismo na música.



Pós-romantismo

 
        A música erudita brasileira nasceu nas igrejas, com o barroco mineiro e baiano. Prosseguiu como banda sinfônica e música de salão no século XIX. Seu grande compositor do período, Carlos Gomes, foi em verdade um dos elos da evolução da ópera na Itália. Leopoldo Miguez tinha fortes vínculos com a estética “wagneriana”. O nacionalismo só se esboça com Alberto Nepomuceno e ganha força com Heitor Villa Lobos, o mais representativo do modernismo.
 

Para seu conhecimento:
A música é feita de sons, tradicionalmente descritos segundo quatro parâmetros: Altura - frequência definida de um som é o que diferencia um som de um ruído. Não confundir com volume (intensidade).

 Ritmo - distribuição inteligível dos sons (e silêncio) no tempo.

 Intensidade - a força relativa de um som em relação a outros.

Timbre - qualidade dos sons. Diferencia a mesma altura tocada em dois instrumentos diferentes.
Conjuntos Musicais

Conjuntos de Câmara - pequenos grupos musicais (duo, trios, quartetos e assim por diante) até as orquestras de câmara que podem chegar a 30 ou 40 músicos.

Tudo o que se conhece como música "antiga" (anterior ao século 18) poderia ser enquadrado como música de câmara; na linguagem cotidiana, porém, o nome fica mais restrito à música dos períodos clássicos, romântico e moderno.

Orquestra - grandes conjuntos de instrumentos, abrangendo cordas, madeiras, metais e percussão.O número de instrumentistas numa orquestra varia de aproximadamente 70 até 120 músicos ou mais.

A orquestra tem sua origem nos conjuntos instrumentais que acompanhavam espetáculos de ópera e balé no século XVII. Pouco a pouco, esses conjuntos foram ganhando mais instrumentos. A evolução das formas composicionais no século XVIII leva ao desenvolvimento e consolidação da orquestra moderna, que é um conjunto especialmente apto para a execução de sinfonias e concertos.

    Não houve um pós-romantismo como há hoje um pós-modernismo. A designação engloba uma reação estética que procurou dar uma eloquência menos subjetivista à música, colocá-la num patamar superior de racionalidade, por meio de achados harmônicos mais ousados e de formas mais despojadas. Em lugar de Bruckner, a orquestra sinfônica fala a linguagem de Debussy e Ravel. A música perde em pretensão, mas ganha em simplicidade.

Moderno

 
            Há pelo menos três correntes que nascem com o século. De um lado, a Escola de Viena, que decreta o fim da linguagem tonal e reivindica uma organização revolucionária dos sons. De outro, Bartok, Chostakovitch e Stravinsky praticam uma amplificação das fronteiras do tonalismo e combinações instrumentais menos ortodoxas. Há, por fim, um neoclassicismo em que Prokofiev e Stravinsky prenunciam modos de apropriação que se tornariam típicos na pós-modernidade.
Contemporâneo

Olivier Messiaen tornou-se em 1942 professor de harmonia do Conservatório de Paris. Ainda nos anos 40 teria como alunos Boulez, Stockhausen e Berio.
Era preciso dar novos passos na lógica de organização dos sons. Surgiu uma vanguarda que forneceu à música um caráter permanentemente experimental. Chancelou a música eletroacústica e expandiu os limites da expressão.
Cantata
 
Gêneros Musicais

Cantata - Originariamente uma peça cantada, na qual uma pessoa recitava um drama em verso acompanhado por um único instrumento. No século XVIII, as cantatas passaram a ser escritas para coros com diversos solistas.

Concerto - qualquer performance pública de música- peça musical, de grande escala, que opõe um ou mais instrumentos solistas à orquestra. A ideia moderna do concerto deriva, em boa parcela, das árias e cenas operística, com papel dramático e musical do cantor assumido pelo instrumento solista.

Oratório - gênero musical dramático, de tema religioso, com coro e orquestra.

Prelúdio - No barroco, era a peça instrumental que antecedia uma "fuga"; depois, tornou-se uma peça de estilo livre.

Fuga -  forma complexa de composição polifônica com base em um tema, que é apresentado sob várias formas.

Rapsódia - composição musical sobre temas de melodias folclóricas.

Réquiem - música sacra destinada às missas pelas almas dos mortos.

A música erudita brasileira nasceu nas igrejas, com o barroco mineiro e baiano. Prosseguiu como banda sinfônica e música de salão no século XIX. Seu grande compositor do período, Carlos Gomes, foi em verdade um dos elos da evolução da ópera na Itália. Leopoldo Miguez tinha fortes vínculos com a estética “wagneriana”. O nacionalismo só se esboça com Alberto Nepomuceno e ganha força com Heitor Villa Lobos, o mais representativo do modernismo.
 

Para seu conhecimento:
A música é feita de sons, tradicionalmente descritos segundo quatro parâmetros: Altura - frequência definida de um som é o que diferencia um som de um ruído. Não confundir com volume (intensidade).

 Ritmo - distribuição inteligível dos sons (e silêncio) no tempo.

 Intensidade - a força relativa de um som em relação a outros.

Timbre - qualidade dos sons. Diferencia a mesma altura tocada em dois instrumentos diferentes.
Conjuntos Musicais

Conjuntos de Câmara - pequenos grupos musicais (duo, trios, quartetos e assim por diante) até as orquestras de câmara que podem chegar a 30 ou 40 músicos.

Tudo o que se conhece como música "antiga" (anterior ao século 18) poderia ser enquadrado como música de câmara; na linguagem cotidiana, porém, o nome fica mais restrito à música dos períodos clássicos, romântico e moderno.

Orquestra - grandes conjuntos de instrumentos, abrangendo cordas, madeiras, metais e percussão.O número de instrumentistas numa orquestra varia de aproximadamente 70 até 120 músicos ou mais.

A orquestra tem sua origem nos conjuntos instrumentais que acompanhavam espetáculos de ópera e balé no século XVII. Pouco a pouco, esses conjuntos foram ganhando mais instrumentos. 


A evolução das formas composicionais no século XVIII leva ao desenvolvimento e consolidação da orquestra moderna, que é um conjunto especialmente apto para a execução de sinfonias e concertos.




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Pablo Picasso

Li
 Fonte:
http://radioboanova.com.br/novo/mundo-artes.php?MUNCODIGO=15
 

terça-feira, 26 de junho de 2012

CÂNDIDO PORTINARI -25:56

Publicado em 26/06/2012 por
 
Na véspera de completar 50 anos da morte de Candido Portinari, o De Lá Pra Cá deste domingo (5) faz um especial para homenageá-lo. 

Quando João Candido Torquato Portinari morreu em 1962, aos 52 anos de idade, o Brasil perdeu um de seus artistas mais importantes. Um dos maiores nomes da pintura moderna brasileira, Portinari é também o mais conhecido no exterior. 

Ele é autor de uma obra colossal. 
São quase cinco mil trabalhos catalogados.
Principal muralista do país,
Portinari é ainda o maior pintor histórico 
e autor da maior obra sacra do Brasil.

O artista é o pintor 
que fez o mais completo retrato do Brasil
 já concebido até hoje. 

Pode-se dizer que Portinari criou, através da pintura, uma verdadeira odisseia da gente e da história brasileira. Participam deste programa o poeta Ferreira Gullar, o artista plástico Hélio Dias Pereira e o escritor e filho João Candido Portinari.

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terça-feira, 19 de junho de 2012

Céu da Semana Ep. #109 - Hemisfério Norte - O Futuro do Sol - 18 a 24/6/...


 
Publicado em 19/06/2012 por

 
Céu da Semana é produzido pela Univesp TV,
 em parceria com o Laboratório Aberto de Interatividade da UFSCar.

 Todas as semanas,
 Gustavo Rojas apresenta dicas de como olhar para o céu,
 quais constelações estão em destaque, 
fases da lua e os principais fenômenos astronômicos.

A partir do episódio 103, apresentaremos também o programa com efemérides do Hemisfério Norte! A narração é de Joana Marques.

O Céu da Semana 
é um quadro também no Paideia,
 programa radiofônico sobre cultura científica 
apresentado ao vivo todas às 3ª feiras, 
às 18h, na Rádio UFSCar.

Acompanhem mais notícias no blog
 http://programapaideia.wordpress.com

Tema do Programa: O Futuro do Sol


A Univesp TV é o canal digital 2.2 de multiprogramação da TV Cultura,e também pode ser assistida em live streaming pelo site www.univesp.tv.br.

siga o @CeudaSemana no twitter

links úteis:
http://twitter.com/ceudasemana
http://www.labi.ufscar.br
http://www.radio.ufscar.br
http://programapaideia.wordpress.com
http://www.stellarium.org/pt/
 

Fonte